25 de fev. de 2009

Grêmio estreia hoje na Taça Libertadores


O espírito competitivo está intimamente ligado ao DNA do Grêmio e faz dele, sempre, um clube perigoso em competições de mata-mata, a despeito de sua grandeza natural. Não à toa, divide com o Cruzeiro a hegemonia da Copa do Brasil, com quatro títulos, e sempre entra para brigar pelo título na Copa Libertadores. E é apostando nessa característica "copeira" que os bicampeões continentais em 1983 e 1995 estréiam nesta competição às 21h50 (de Brasília) desta quarta-feira, no Estádio Olímpico, contra a Universidad do Chile, pelo Grupo 7.
"Nosso ponto forte é a parte coletiva e o Grêmio sempre se caracterizou por isso. Por essa participação, determinação. Está inserido nas raízes, espero que consigamos repetir nessa Libertadores", aponta Celso Roth em entrevista exclusiva ao Terra. Questionado sobre qual é o ponto fraco, Roth brinca: "acho que é ainda não termos estreado".
O estilo de jogo competitivo é tão ligado às raízes gremistas que deixou de ser tendência e se tornou pré-requisito. Não por acaso, reforços contratados possuem o perfil que faz sucesso na Azenha. Como Diogo, ex-Figueirense, Ruy, ex-Náutico, e o argentino Herrera, ex-Corinthians, que ainda tem o compatriota Maxi López e o uruguaio Orteman como seus companheiros de elenco.

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